domingo, 27 de janeiro de 2008

Está ai a foto que fiquei devendo a vocês do Henrique comendo a papinha salgada.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Adaptação

A primeira semana na creche é de adaptação, mais para a mãe do que para o bebê. Fiz meu papel de mãe e fiquei lá com o Henrique como foi explicado no ato da matricula. No primeiro dia nós ficamos somente 1 hora, no segundo 2 horas e assim por diante. A cada dia que aumentavam as horas, as etapas iam surgindo. A minha presença ali, não era só para segurança do Henrique, mas também para as berçaristas observarem como eu cuidava dele. A hora do soninho, do suco, da papinha, de brincar, tudo isso eu expliquei a elas. Confesso a vocês que tive momentos tensos, até porque tem bebês que demoram muito a se acostumar e eu pensava no Henrique tendo as mesmas reações. Elas me explicaram que quanto mais velha a criança, mas demorada é essa adaptação. Ao fim da semana, Henrique foi ficando sozinho na sala e reagindo muito bem, brincando com outras crianças e descobrindo um monte de coisas novas. Fiquei mais tranquila e ainda mais esperançosa para a segunda semana, essa sem a mãe.

Creche

Chegou o momento! Nem todas as mães devem concordar comigo, afinal para quase todas as pessoas que eu falava em por na creche, me diziam que peninha! tão pequeno... realmente ele é pequeno e por isso mesmo agora é fase mais fácil de se adaptar. Muitas coisas pesaram na minha decisão, começando por aprender a dividir, socializar, brincar, comer de tudo, tirar vícios colocados pela mamãe, papai e babá e muitas outras coisas. É claro que dá uma peninha enorme deixar ele lá longe da gente e com pessoas que não vão dedicar a atenção exclusiva a ele, mas isso será fundamental para aprender o que foi dito antes. Na fase da procura, visitei 3 lugares para ter uma referência maior e escolhi uma perto de casa, que fui muito bem recebida e que visitei todos os cantinhos na primeira visita de surpresa. Me senti segura em deixar o Henrique lá, até porque o que mais me chamou a atenção foi ver as carinhas felizes das crianças que serão os novos amiguinhos do Henrique.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Papinha salgada

Essa semana teve ida à pediatra e com isso novidades surgiram. A da vez é a papinha salgada. Decidimos começar já que Henrique não tem dormido bem, parece que fica com fome à noite. Todos dizem que essa é uma das fases mais chatas do bebê, ensinar a comer. A papinha de fruta no inicio também não descia bem, mas agora ele já tá treinadinho. A 1ª experiência da salgada foi um sucesso, comeu tudinho, foi pena a mamãe não poder participar. Daqui para frente vai ser assim, não dá para acompanhar todos os passos. A 2ª e 3ª experiências já não foram tão fáceis, mas também foi a mamãe que deu e ai envolve cheiro de leite, dengo e chantagem. Não posso dizer que essa fase está sendo chata para mim, afinal, mais uma vez Henrique me mostra o quanto eu fui premiada. Amanhã começa a creche e com isso um novo universo se inicia. Lá vai ser bem mais fácil comer.
obs. Ainda não registrei o momento, por isso a foto não tem muito a ver. Só tem a ver com o quanto eu fui premiada.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Preenchendo o livrinho

O primeiro filho tem direito a tudo, a álbum de fotos completo, livro do bebê todo preenchido, leitura de livros especializados. Henrique não fica atrás e faz jus a primeiro filho. Seu livrinho está assim:
  • meu primeiro sorriso: 1 mês
  • minha primeira risada: 2 meses
  • segurei um brinquedo: 2 meses
  • dormi a noite inteira: 1 mês (pena que não continuou)
  • levantei a cabeça: 2 meses
  • virei: 3 meses (de bruços para barriga para cima) 4 meses (de barriga pra cima para bruços)
  • sentei: 4 meses

sábado, 5 de janeiro de 2008

As festas de fim de ano

Passar por aqui tem sido cada vez mais difícil. Muitas vezes ainda acredito que é uma questão de me organizar melhor, mas sei que agora já não tenho mais tempo de fazer tudo o que fazia antes. Mesmo assim continuo insistindo, nem que seja pra escrever tudo de uma vez.

O fim de 2007 passou que eu nem vi. Tirando o calor que me remete ao Natal, nem parecia véspera de festas para mim. Até dia 22 não tinha visto nada e foi no sábado que resolvi fazer lembrancinhas, todas hand made, afinal não ia me enfiar num shopping com o Henrique. Não tive tempo de desejar feliz natal aos amigos e nem de organizar o aniversário do Fábio. Por pouco não passou em branco. Na noite de Natal e Ano Novo, Henrique dormiu e claro que foi ótimo pra eu poder aproveitar um pouquinho, o único problema foi ele acordar como todos os dias, às 7:30 da manhã. Nessa fase, não tenho nem fim de semana para repor o sono, vai acumulando mesmo. Feliz 2008!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Alimentação

Com essa volta ao trabalho, a alimentação do Henrique mudou. Ele passou a tomar sucos (laranja lima, mamão, maçã, tangerina, cenoura e beterraba) e comer papinhas de frutas (banana, maçã, mamão e pêra). Os sucos foram aceitos muito bem, já as papinhas foram mais difíceis de introduzir. É um jogo de paciência ensinar a criança a comer, mas felizmente Henrique se adaptou bem. Comigo, talvez pelo cheiro do leite, ele tem uma resistência maior, mas com outras pessoas a coisa flui de uma maneira boa. Depois de mais uma visita a pediatra foram introduzidas novas frutas para suco, como, pêssego, melancia, melão, manga, fruta do conde e ameixa e até o momento não teve nenhuma que houvesse rejeição. O próximo desafio será a papinha salgada que parece ser um pouco mais complicada, mas quem sabe já bem treinado na frutinha, também não vá bem? É uma esperança.

Separação

Tenho ficado muito angustiada por querer me dedicar mais a esse espaço e não estar conseguindo. Voltei ao trabalho uma semana antes de completar os quatro meses e depois disso não consegui mais fazer nada. Essa separação, por mais que seja pequena, faz uma diferença enorme na vidinha do bebê. Depois que voltei, Henrique começou a me querer ainda mais, querer peito antes do horário, ficar grudadinho. É muito bom chegar em casa e ter aquela coisinha te esperando, mas ao mesmo tempo, entrar em casa significa dedicação total a ele. As noites também mudaram, ainda não sei se foi devido a essa mudança ou ao fato dele estar crescendo e precisar de mais alimento. O fato é que andamos muito cansados e precisando de uma boa noite de sono. Vou continuar me empenhando mais do que nunca para vocês não desistirem de passar por aqui.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Vaca leiteira

O primeiro passo para a volta ao trabalho é esquematizar a alimentação do bebê. Queria porque queria deixar o Henrique no peito até os seis meses. Primeiro comecei a tirar leite (só que eu fui daquelas que desde o inicio não tinha muito), um sacrifício só. Tentava entre as mamadas, não saia nada, tentava durante a mamada, conseguia 10ml, tentei até de madrugada e ai consegui tirar 50ml! Levando em consideração que um bebê de 4 meses mama uns 150ml, tinha que tirar durante 3 madrugadas para conseguir uma mamadeira. E mesmo assim eu achava que ainda dava. Achava que quanto mais eu estimulasse mais saia. Até um certo ponto isso é verdade, só que antes de eu começar a produzir mais leite, o Henrique começou a ficar com fome. Aquele pouquinho de leite que eu tirava para guardar começou a fazer falta para ele e foi ai que tive que pedir a opinião da pediatra. Ela me disse para parar de tirar e me aconselhou a tomar alfafa. Isso mesmo, aquele mato que as vacas comem. Lá fui eu atrás do meu leite que insistia em não sair. Foi aí que tive a segunda derrota (a primeira foi a do parto) e aprendi que nem sempre aquilo que queremos, conseguimos.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Tá chegando a hora

A cada dia que passa, o medo da volta ao trabalho aumenta. Toda aquele desespero de cuidar de um bebê já passou e o que eu mais quero é ficar por muito tempo em casa. Lá dentro de mim, eu até quero respirar, mas só de pensar que eu quase não vou ficar com ele, me dá uma angustia... Toda mãe sente isso, querer estar sempre junto do filhote, mas na realidade as coisas não são assim. Comecei a me conscientizar que o Henrique vive sem mim, que pode ser cuidado por outra pessoa com a mesma eficiência. É difícil começar a cortar os laços desde cedo, mas é fundamental até mesmo para a independência dele. Os próximos posts vão relatar justamente todo esse processo que só acaba sabe lá Deus quando.