quarta-feira, 12 de março de 2008

Brincadeira de bebê

Ser criança é muito bom... e ser bebê? Aí já não dá pra saber. Porque será que apagamos tudo da memória? Seria muito traumático lembrarmos? Carinhos, brincadeiras, choros, separação. É tudo tão depressa na vidinha do bebê. Hoje olho o Henrique e vejo o quanto ele já sabe da vida. Quando chegou aqui em casa eu tentava brincar com ele e nada... olhava, olhava e não tinha muita reação. Os meses vão passando e as brincadeiras, trocas vão chegando rapidamente. Henrique quer o mundo, tenta engatinhar, pára, senta, levanta, deita, gira não pára mais. Quer brincar de jogar bola (com as mãos, ufa!), jogar coisas no chão, apertar botões e mais um monte de coisas que qualquer pessoa que descobrisse novos poderes iria querer também. Todas essas brincadeiras só com os adultos, porque sabem brincar, já com os bebezinhos que nem ele, eles querem é se tocar, fazer carinhos (a maneira deles), e ai passa de longe a interação. Daqui a muito pouco tempo isso muda, eles começaram a socializar, a dividir, a interagir e ai surgirão novos poderes.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Juliana????

Perdi a minha identidade! Agora não sou mais a Juliana, sou a mãe do Henrique. Seja na pediatra, no posto de saúde, na creche, na pracinha, toda vez que me identifico sempre vem a mãe do Henrique depois. Ele passou a ser a minha referência, tá na minha frente. Legal? Pode ser. Mas preferiria ser a Juliana. Assim entro em um novo círculo de pessoas, naquele que o Henrique é o meu cartão de visitas, que por trás dele vêm pessoas de todos os lados, geralmente com algo em comum, a maternidade. É papo de horas, como se fosse amizade de infância. Muito doido isso. Acho que é uma maneira de nos convencermos que sobreviveremos, de compartilharmos os sentimentos tão novos. Tenho conhecido muita gente legal, que espero continuar trocando experiências.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Comentários

Não tinha reparado que nas minhas configurações só os cadastrados poderiam publicar comentários. Agora todos podem, inclusive os anônimos!

Viva! 7 meses!


E o rapaizinho está crescendo.... 7 meses de muitas descobertas.

domingo, 2 de março de 2008

Continuação do sono

Ando me especializando bastante nesse assunto. Com a ajuda da Claudia, mãe da Bruninha, comecei a ler outros livros relacionado ao assunto. Ainda não cheguei a descobrir a fórmula, mas a cada dia que passa vejo que ela não existe. O que tenho feito aqui em casa foi mudar pequenas coisas que já garantem um adormecer mais tranquilo ao Henrique, isto não significa uma noite melhor. Todos os dias agora ele mama e dorme em seu próprio quarto, diferente de antes, que geralmente era no quarto dos papais; está sempre com os mesmos bichinhos no seu berço e tem hora certinha para dormir. Com isso consegui uma rotina mais estável e uma interação maior com o seu quarto. Até então o quartinho era só para dormir e agora é usado também para brincar. Quanto aos resultados da noite, ainda não vejo grandes melhorias. Tem dia que dorme melhor, mas em compensação tem outros que são um desastre, nesses, nem esquento mais, pego ele e coloco na minha cama, sem medo de acostumar ele mal. Relutei muito contra isso, mas com a ajuda da pscicóloga estou vendo por um outro lado. Sem grande rigidez, estou tentando construir essa relação dele com o sono, no tempo dele, com muita paciência e buscando uma segurança que é dificílima de ter.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Olheiras

Volto depois de uma semana para dizer que minhas olheiras estão mais profundas do que nunca. Não estou conseguindo fazer nada para melhorar o sono do Henrique, nem seguir o meu instinto. Fiquei pensando em muitas coisas e não cheguei a conclusão nenhuma. Pode ser que para uns a solução seja simples, mas não a vejo de uma maneira tão fácil de colocar em prática. O que todos os livros dizem é para deixar o bebê sozinho gradativamente em seu berço, mesmo que para isso ele chore de soluçar. Seria a maneira de ensinar a ele a dormir sozinho. A 1ª questão é que nem todos os bebês são iguais, da mesma maneira que os pais também são diferentes e dai usar uma receita de bolo não é certeza que tudo dará certo. A 2ª questão é toda a segurança que eu construi com ele desde o inicio. O Henrique é uma criança que não estranha ninguém, que não chora quando a mamãe sai para trabalhar (por enquanto), que fica bem com qualquer pessoa que lhe dê atenção, isso são sinais de uma criança segura, que sabe que a mãe volta e por isso não se desespera na sua ausência. Será que se a mamãe deixar ele chorando não berço e não aparecer quando ele a solicitar, ele vai continuar se sentindo seguro? Essa tem sido a minha maior dúvida. Tenho muitas outras também... Até que ponto os bebês entendem o que se passa? Será tudo isso uma grande chantagem? Ou ele sente mesmo a falta da mãe? Falei sobre isso com algumas pessoas e as que entendem de bebês me dizem que essa é uma fase, que como todas as outras, passam. Fico aqui tentando achar uma solução e literalmente perdendo minhas noites de sono.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Dica

Esse é um lindo porta fraldas que encomendei da minha amiga Dani. Não queria deixar as fraldas jogadas dentro da bolsa e por isso pedi a ela que fizesse um especialmente para o Henrique. Adorei! A Dani é super talentosa e tem muito bom gosto. A sua especialidade são almofadas, mas ela adora novos desafios. Se alguém se interessar... é tudo feito por ela mesma. Confira seu site: www.flickr.com/photos/barbelote

Encantadora de bebês

Depois de muitas fases, entrei em uma nova, talvez a que mais as mães reclamam, a fase da noite mal dormida. Quando Henrique chegou não tive esse problema, ele dormia direitinho e só acordava para mamar, o que era mais do que normal. Ele chegou a fazer 7 horas ininterruptas, mas perdeu a receita e de uns tempos para cá vem acordando com uma certa frequência à noite. Isso começou com uma tosse que fazia ele acordar de madrugada e dai em diante quis continuar recebendo a visita dos papais em seu quarto. Cogitei fome, dente, medo e continuo sem saber o que é. Tentei algumas coisas que não deram certo e finalmente cheguei num livro chamado Nana Nenê. Segundo a técnica, se feita ao pé da letra é praticamente certo o bebê aprender a dormir (96% dos casos). Eles sugerem ensinar a criança dormir sozinha e para isso é preciso deixá-la no berço ainda acordada e esperar que ela durma, mesmo que chore por algum tempo. Fiz a 1ª noite e achei muito sofrimento (foi boa), na 2ª ele dormiu mamando e por isso não dei continuidade (foi péssima), na 3ª mudei de método (foi melhor ainda). Passei para dica da encantadora de bebês que sugere que a criança durma em seu próprio berço, mas acompanhada da mãe para passar segurança. Dessa forma pode ser que demore mais, mas vai ser menos traumático. Em breve eu volto para dizer que não tenho mais olheiras!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Baile de Carnaval

Isso mesmo! Nosso pequeno já anda participando dos bailes... teve até fantasia!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

2ª Semana

A 2ª semana de creche é muito mais fácil... Longe dos olhos, longe do coração. A minha pena acabou vendo a felicidade do Henrique em ficar lá. Ao chegar na porta já vai se jogando para brincar com o pinóquio da porta. Aquele boneco deve fazer mágica, todos os bebês quando chegam só olham para ele. Os recadinhos na agenda vieram da melhor forma possivel. Dizem as brincadeiras, o sono, o banho, a comida. Estou vendo com bons olhos esse inicio e bem esperançosa para as próximas etapas.